"Os filhos, filmes, ditos, livros como um vendaval, espalham-no além da ilusão do seu ser pessoal. Mas ele dói e brilha único, indivíduo, maravilha sem igual. Já tem coragem de saber que é imortal.” Música de Caetano Veloso, dedicada à Mick Jagger, "O homem velho".
Para compreender a suma importância da primeira etapa dos Rolling Stones para os anais do rock'n'roll é preciso entrar em uma máquina do tempo e voltar na história quase quatro décadas, para a Inglaterra do começo dos anos 60. O país se encontrava dominado por emoções reprimidas em um intenso conflito de gerações. Os mais velhos se ecnontravam assombrados pela nostalgia da guerra, do império e dos racionamentos - e sobretudo por uma nova safra tão urgente quanto emergente. Os mais novos, por sua vez, tinham motivos para comemorar. Haviam acabado de escapar da obrigatoriedade do serviço militar e posto para escanteio a ameaça de aniquilação pelos mísseis cubanos.
Os jovens ainda tinham um diferencial a mais: dinheiro pronto para gastar e sem qualquer sinal de extinção - a época era de pouco desemprego e, ao contrário da década seguinte, a desilusão sócio-econômica ainda não havia batido às portas dos britânicos. Dirigidos pelo pertinente ímpeto consumista, eles não pensavam duas vezes antes de torrar seus ordenados em discos de música pop. A maioria, importada da América, a terra que anos atrás inventara a cultura teenager. A grande maioria, dos heróis que defendiam a bandeira revolucionária do rock'n'roll.
Este mesmo rock'n'roll americano que jovens e adolescentes britânicos adotaram na segunda metade dos anos 50, apresentava então seus primeiros sinais de cansaço. Uma péssima conjunção astral fez com que todos grandes nomes do gênero saíssem de circulação em um curtíssimo espaço de tempo (Elvis preferiu servir ao exército na Alemanha; a carreira Jerry Lee Lewis sucumbiu a escândalos sexuais; Chuck Berry foi para a prisão; Little Richard trocou os palcos pelas pregações da igreja; as meteóricas ascensões de Ritchie Valens e Buddy Holly esbarraram em um acidente aéreo). Os novos heróis postos em ação pela indústria fonográfica atendiam pelo nome de Frankie Avalon, Fabian, Paul Anka, Neil Sedaka, Righ
Esta é quase uma comunidade óbvia.
Sei lá se somos poetas. Talvez tentativas, apenas.
Também não sei se há poesia em nossos poemas.
Mas, há algo que nos une:
o gosto pelo sentido que aparece
quando as palavras são colocadas juntas
e assim encontram-se com os olhos de alguém
que lhes atende ao chamado silencioso
e por elas ou por algo incomum e inesperado
queda surpreso...
Deixe sua poesia entre nós.
Com cuidado, com zelo e, sobretudo,
em silêncio.
ESSA COMUNIDADE, FOI CRIADA PARA OS(AS) AMIGOS(AS) Q TAMBÉM DIZEM "EU TE AMO" UNS PARA OS(AS) OUTRO(AS)!...SEJA VOCÊ MULHER OU HOMEM, SENDO SEU AMIGO HOMEM OU MULHER!! AMAR UM AMIGO É TER UM CARINHO MTO GRANDE POR ELE, EU AMO MEUS AMIGOS DO CORAÇAO!!...
SE VOCÊ TAMBÉM DIZ PARA SUAS AMIGAS OU AMIGOS, VOCÊ DEVE FAZER PARTE DELA TAMBÉM!..
POR ISSO .....
SEJAM BEM VINDOS!!!...
* Um corpo sem inteligência não ama.
* Um corpo sem saúde não desfruta do amor.
* Um gênio sem amor não tem saúde espiritual.
Diante disso tudo, devemos a cada instante procurar a companhia das três virtudes, mesmo que alcancemos uma a uma.
ROLLING STONES no Brasil em 2006 - EU FUI !!! Maior e primeira comunidade criada pra quem foi na "A Bigger Bang Tour 2006" da maior banda de rock n´roll do mundo !! Dia 18 de Fevereiro de 2006 na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
O maior show de rock de todos os tempos...
EU vou poder contar pros meus netos que fiz parte disso, e VC ?? 1.200.000 pessoas
Reconhecido como um dos mais talentosos músicos brasileiros de sua geração, integrante do antológico “clube da esquina”, o compositor, multinstrumentista e cantor, Beto Guedes, é uma força da natureza que, desde o início dos anos 70, incendeia, com sua genialidade, o cenário da música popular brasileira, disparando sucessivos sucessos, sempre com a energia criativa de um “relâmpago elétrico” e a naturalidade do índio nú que amou “Lumiar”.
Acesse o blog: www.beto-guedes.blogspot.com
Mensageiro natural, de coisas naturais, o cantor, compositor e violonista Lô Borges se destacou como um dos mais importantes integrantes do movimento musical conhecido como “Clube da Esquina” que, nos anos 70, surpreendeu o mundo com sua musicalidade e poesia. Nas décadas seguintes, esse mineiro continuou a encantar a todos, tendo suas composições gravadas pelos maiores nomes da MPB, dentre os quais se destaca o maestro Tom Jobim, um dos maiores compositores de todos os tempos. Mais atual e mais atuante do que nunca, Lô intensifica o seu brilho através de canções cada vez mais elaboradas e lindas, inclusive com parceiros da nova geração, como Samuel Rosa e Nando Reis. “Quem sabe isso quer dizer amor?”
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